Elvira Souto fala dos abusos sobre as pessoas presas e nas detençons

“A aplicaçom da legislaçom antiterrorista, umha legislaçom de excepçom, já é um abuso em si mesma, e nada desejaríamos mais que ver o Carlos livre destes abusos:

-Abusa-se dos períodos de detençom incomunicada.

-Abusa-se reiteradamente dos períodos de prisom preventiva, que é o que lhe acontece agora ao Carlos. A prisom preventiva está pensanda para casos nos que há perigo de que as pessoas fujam e nom é o caso. Nom há nengum perigo porque som pessoas mui arraigadas socialmente e com vínculos familiares e nom estám nem minimamente interessadas em escapar do país.

-Abusa-se do segredo sumarial.

-Abusa-se dos meios coercitivos.

-Há lugares suficientes nos cárceres situados na Galiza para as pessoas de arraigo galego presas no Estado espanhol. Traz-se gente de fora e a nossa gente manda-se ao exterior. Isto é um abuso de lei particularmente cruel porque castiga familiares e amigos e é um sobrecastigo para os presos.

Se existe ou nom um grupo que decidiu practicar delito de terrorismo há que demonstrá-lo e nom se demonstra, aceita-se o que dim os agentes e isso é um abuso. Há que demonstrá-lo e nom há provas desse delito. Se polo PP fosse, qualquer pessoa que enarbolasse um emblema, umha insígnia que fosse do seu desgosto particular, seria terrorista. Corresponde-lhe à sociedade civil dar o passo e denunciar estes abusos. Todos somos pessoas expostas a um dia aparecer detrás das reixas”.
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